LN – Um cidadão iraniano com documentação falsa foi detido em Concepción del Uruguay



Um cidadão iraniano portando documentos falsos foi preso na quinta-feira passada em concepção do Uruguai, Entre Ríos, e é investigado pelo juiz federal dessa jurisdição Pablo Sero.

como ele sabia A NAÇÃO, o homem, que só fala farsi, disse que seu nome era Ashan Azad. Desde a Direção Nacional de Migração Eles explicaram que a polícia Entre Rios viu ele saindo de um ônibus de Gualeguaychu uma Concepção do Uruguai, porque um porteiro lhe pediu documentação e ele não a tinha. “Ele apresentou um DNI de um argentino e uma carteira de motorista de outro argentino”, disse uma fonte a este veículo.

O homem, que fala farsi, foi detido e será interrogado na segunda-feira. Mas não é a primeira vez que ele é atrasado pelas autoridades de imigração e pela polícia. Meses atrás, devido a outro incidente com sua documentação, ele foi detido pela polícia em La Rioja e disse ser de origem palestina. As migrações já haviam solicitado informações sobre Asan Azad ao Embaixada do Irã mas não obteve resposta. Conforme reconstruído por este meio, ele entrou na Argentina pelo norte. Hoje ele disse que era iraquiano, mas de acordo com o que este médium apurou, ele não tem informações com ele que comprovem sua identidade. Uma fotografia que circulou e que o Migrações reconheceu como verdadeira mostra que ele usa um crucifixo e mede cerca de 1,90 metro.

O processo judicial iniciado a partir desta prisão passou primeiro pela justiça provincial, mas o juiz de plantão declarou-se incompetente por considerar que se tratava de um assunto federal e depois foi deixado nas mãos do magistrado Pablo Sero.

Embora nas últimas horas tenham circulado versões que relacionam este episódio com o caso do avião venezuelano iraniano suspeito de ter ligações com o terrorismo internacional, e até mesmo o deputado do Pro Gerard Milman publicou um tweet no qual indicava que o caso para a prisão de Asan Azad foi para o tribunal federal de Lomas de Zamora, Fontes judiciais ligadas ao caso rejeitaram essa versão.




Publicado en el diario La Nación

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